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Primeira reunião, no novo ano lectivo, do conselho da cidade dos meninos de Bra. Esta manhã, sexta-feira 4, novembro 2011, os muito jovens representantes das crianças do ensino fundamental e médio do Brasil se reuniram em uma sessão presidida por Fabio Bailo, presidente do conselho da cidade de Zizzola. Antecipar a abertura de dois temas que servirão de orientação ao longo de toda a experiência, ou o Bra de ontem contado por algumas testemunhas de eventos históricos que marcaram a cidade e o Brasão de amanhã, com o aprofundamento dos temas da multi-cultura e integração.

Os participantes na sessão.

Após os cumprimentos do prefeito Bruna Sibille, que lembrou o significado do dia 4 de novembro em que se celebra a unidade nacional e as forças armadas, e o conselheiro Gianni Fogliato, um vídeo foi apresentado que fez o aponte para a situação das migrações na Itália, antes de deixar espaço para o testemunho de dois jovens gêmeos marroquinos, Houda e Sahar Khtiri. Eles eram, agora estudantes universitários, para contar de primeira mão a experiência da escola primária de Madonna Fiori, quando eram as únicas meninas da família não italiana registradas. "É importante nunca esquecer suas origens, mas também deve haver o desejo dos indivíduos de se integrar em uma nova sociedade" - disseram as duas jovens, sugerindo que "é o conhecimento que derrota os preconceitos".

Depois deles, falou sobre sua experiência Giovan Battista Fissore, um dos bravos que retornaram da campanha da Rússia durante a Segunda Guerra Mundial, uma experiência que ele teve antes de se tornar um dos protagonistas do empreendimento pós-guerra com a abertura de Faber. Sem hesitação em suas declarações: "Fazer a guerra é uma coisa inconcebível, que mata e destrói, não traz benefícios para ninguém. Na minha experiência, no entanto, eu pude ver que há pessoas de bom humor em todos os lugares, que não quer que a guerra seja decidida por alguns outros "- disse Fissore, antes de responder as perguntas dos meninos. (Rg)